6 de Maio de 2009 - 19h43 - Última modificação em 6 de Maio de 2009 - 19h43
Opportunity reclama de possível indiciamento de Dantas por relatora da CPI dos grampos
Elaine Patricia Cruz
Repórter da Agência Brasil
![]()
![]()
![]()
![]()
São Paulo - Para o Grupo Opportunity, o provável indiciamento do banqueiro Daniel Dantas, pela nova relatora da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) das Escutas Telefônicas Clandestinas da Câmara, deputada Iriny Lopes (PT-ES), vai “livrar aqueles que mentiram à CPI e fazer eco à Operação Satiagraha, marcada pela agressão ao estado de direito”.
Em nota enviada à imprensa no início da noite de hoje (6), o Opportunity nega a existência de interceptações telefônicas que teriam sido feitas pela Kroll, contratada pela Brasil Telecom, contra a Telecom Itália. A suposta espionagem feita pela Kroll foi investigada pela Polícia Federal na operação que recebeu o nome de Chacal.
“A Kroll foi contratada pela Brasil Telecom para recolher evidências da atuação ilícita da Telecom Itália com o objetivo de subsidiar um processo de indenização”, diz a nota, ressaltando que o juiz do caso e a Polícia Federal não conseguiram comprovar que os equipamentos da Kroll se destinavam à interceptação telefônica.
Em seu depoimento à CPI dos Grampos em abril deste ano, o banqueiro Daniel Dantas disse que não ordenou a instalação de grampos ilegais pela Kroll e alegou que a Operação Chacal teria sido “encomendada” pela Telecom Itália à Polícia Federal. Segundo Dantas, a empresa do setor telefônico italiano teria interesse em prejudicar a Brasil Telecom na disputa pelo setor de telefonia no Brasil.
“A única denúncia de interceptação telefônica ilegal foi feita na Itália”, diz a nota do Opportunity.
![]()

















0 comentários:
Postar um comentário