Anúncios


terça-feira, 23 de junho de 2009

Agência Brasil - Licença de dois meses para Sarney é sugerida por Cristovam para superar crise no Senado - Direito Público

 
22 de Junho de 2009 - 19h13 - Última modificação em 22 de Junho de 2009 - 19h12


Licença de dois meses para Sarney é sugerida por Cristovam para superar crise no Senado

Ivan Richard
Repórter da Agência Brasil

 
envie por e-mail
imprimir
comente/comunique erros
download gratuito

Brasília - O senador Cristovam Buarque (PDT-DF) sugeriu há pouco que o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), se afaste do cargo por dois meses. A saída serviria para que ele “contribuísse” com o processo de reforma administrativa da instituição e também para se defender das seguidas denúncias que têm surgido contra ele, desde que assumiu há quatro meses, pela terceira vez, a presidência do Senado.

“Sugiro uma licença de dois meses, [para] que [Sarney] passe a presidência para o vice, Marconi Perillo [PSDB-GO], para que tenhamos uma velocidade maior [na solução da crise]. Creio que o presidente Sarney dará uma contribuição maior participando do debate com a experiência dele, do que [na presidência], se defendendo das críticas”, afirmou Buarque.

“Não dá para esperar mais seis meses. É uma questão de sobrevivência da Casa. Não dá para esperar pelo prazo do presidente”, reforçou o pedetista do plenário do Senado.

Para ele, se o vice-presidente assumisse a instituição por alguns meses, as denúncas contra o Senado diminuiriam. “Creio que se o vice-presidente assume por algum meses essa Casa, ele pode dar um sangue novo, uma visão nova para o Senado. E o presidente Sarney volta num momento novo”, argumentou. “Uma licença que o Sarney tem que tomar para a saúde do próprio Senado”.

Buarque acrescentou que fez a mesma proposta ao senador Renan Calheiros (PMDB-AL), quando peemedebista teve que renunciar à presidência da instituição para não perder o mandato.



Edição: Antonio Arrais  


Agência Brasil - Licença de dois meses para Sarney é sugerida por Cristovam para superar crise no Senado - Direito Público

 



 

 

 

 

Nenhum comentário:

Postar um comentário