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sábado, 14 de novembro de 2009

Agência Brasil - Lula diz a presidente de Moçambique que é preciso ampliar comércio com o país - Direito Internacional

 
11 de Novembro de 2009 - 13h28 - Última modificação em 11 de Novembro de 2009 - 13h28


Lula diz a presidente de Moçambique que é preciso ampliar comércio com o país

Renata Giraldi*
Repórter da Agência Brasil

 
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Maputo (Moçambique) - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, em carta, ao presidente de Moçambique, Armando Emílio Guebuza – reeleito em outubro para mais cinco anos de mandato – que o Brasil e os empresários brasileiros querem ampliar os investimentos no país africano. O texto foi entregue a Guebuza pelo ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Miguel Jorge, que coordena uma missão empresarial ao Sul da África.

Na carta, o presidente Lula afirma que espera que a missão, coordenada pelo ministro e que reúne 98 empresários, seja um passo concreto para o fortalecimento comercial entre Brasil e Moçambique.

Nos primeiros dez meses deste ano, a relação comercial entre Brasil e Moçambique registrou US$ 102,5 milhões. Os principais produtos brasileiros vendidos a Moçambique foram aviões, carne de frango, reboques, móveis e tratores.

No intervalo do encontro com o presidente, Miguel Jorge se reuniu com quatro ministros moçambicanos e mais representantes de vários órgãos do governo de Moçambique. Paralelamente, técnicos de ambos os países analisaram as linhas de financiamento que o Brasil fornece para Moçambique - nas áreas de infraestrutura portuária e aeroportuária, além de programas de capacitação profissional.

Para o embaixador do Brasil em Moçambique, Antônio Souza e Silva, o país é outro depois da independência em 1975 e de passar por um longo período de guerra. Segundo ele, há estabilidade política e econômica atualmente.

Apesar da recuperação, Moçambique ocupa a 172ª colocação no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) da Organização das Nações Unidas (ONU). O comércio informal predomina. Nas ruas da capital Maputo é possível comprar de vendedores ambulantes desde roupas, calçados, comida até arte e utensílios para casa.



*A repórter viajou a convite do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior / Edição: Talita Cavalcante  


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