10 de Dezembro de 2009 - 19h45 - Última modificação em 10 de Dezembro de 2009 - 20h23
Desfiliação de Arruda é interpretada como manobra política pela oposição
Carolina Pimentel
Repórter da Agência Brasil
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Brasília - A desfiliação do governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda, do Democratas foi interpretada como uma manobra política pela oposição na Câmara Legislativa.
Para a deputada Érika Kokay (PT), com a saída do DEM, Arruda quer passar a imagem que não é mais um adversário político nas eleições de 2010, já que sem partido ele não poderá concorrer à reeleição. Porém, segundo a distrital, o objetivo dos petistas é se concentrar na aprovação dos pedidos de impeachment.
“Se ele acha que isso vai minimizar, arrefecer nossa vontade de investigar as denúncias que envolvem sua gestão, está enganado. Nosso foco não são as eleições de 2010”, disse a líder do PT na Casa.
O DEM julgaria amanhã (11) se o governador seria expulso do partido, por seu suposto envolvimento no esquema de distribuição de propina para a sua base de apoio no governo. Arruda se antecipou à decisão do DEM e anunciou, há pouco, a sua saída da agremiação. Em discurso, o governador disse que pretende terminar o seu governo.
Edição: Rivadavia Severo![]()

















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