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quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Agência Brasil - Secretário diz que governo investiu em todos os segmentos para dinamizar comércio exterior - Direito Internacional

 
6 de Outubro de 2009 - 20h55 - Última modificação em 6 de Outubro de 2009 - 20h55


Secretário diz que governo investiu em todos os segmentos para dinamizar comércio exterior

Stênio Ribeiro
Repórter da Agência Brasil

 
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Brasília - As exportações brasileiras tiveram crescimento expressivo de 227,65% entre 2002, quando alcançou US$ 60,4 bilhões, e 2008, cujo resultado foi de US$ 197,9 bilhões. Nesse período, o governo federal investiu em todos os segmentos negociais para aprimorar as estatísticas do comércio internacional, disse hoje (6) o secretário executivo do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Ivan Ramalho.

A afirmação foi feita na abertura da 12ª Reunião Técnica de Órgãos Governamentais Responsáveis pelo Fornecimento de Informações Estatísticas de Comércio Exterior (Recomex), que se realiza até amanhã (7), no auditório do MDIC, com representantes dos 12 países que compõem a Associação Latino-Americana de Integração (Aladi). Além do Brasil, fazem parte: Argentina, Chile, Bolívia, Paraguai, Uruguai Peru, Equador, Colômbia, Venezuela, Cuba e México.

O encontro tem por objetivo discutir a evolução e o aperfeiçoamento do sistema de informação da Aladi, a começar pela padronização das estatísticas de comércio exterior dos países signatários da associação, além das novas recomendações internacionais de produção estatística, elaboradas pela Organização das Nações Unidas (ONU).

De acordo com a assessoria de imprensa do ministério, o secretário de Comércio Exterior, Welber Barral, disse que o Recomex é uma grande oportunidade para os governos da região planejarem ações futuras, definirem conceitos e trocarem experiências. “A manutenção da qualidade da produção estatística é fundamental para a troca de informações seguras entre os países”.

Na avaliação do representante do Ministério das Relações Exteriores, Paulo França, a reunião incentiva as ações de harmonização estatística entre os países da América Latina. Ele lembrou que, em recente visita do presidente mexicano, Felipe Calderón, ao Brasil, em agosto último, foi constatada uma diferença de US$ 1 bilhão nas estatísticas do fluxo comercial entre Brasil e México.

França destacou que as estatísticas são importante insumo para as negociações comerciais e devem sempre estar atualizadas e harmonizadas. O ministério, segundo o coordenador-geral de Produção Estatística do Ministério do Desenvolvimento, Paulo Roberto Pavão, criará um grupo específico para equalizar os números de compras e vendas entre os dois países.



Edição: Lana Cristina  


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