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domingo, 18 de janeiro de 2009

Agência Brasil - Queda no ranking não significa piora na mortalidade infantil no Brasil, diz Unicef - Direito Público

 
15 de Janeiro de 2009 - 23h44 - Última modificação em 16 de Janeiro de 2009 - 08h03


Queda no ranking não significa piora na mortalidade infantil no Brasil, diz Unicef

Isabela Vieira
Repórter da Agência Brasil

 
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Rio de Janeiro - O Fundo das Nações Unidas para Infância (Unicef) esclareceu hoje (15), que a queda de posição do Brasil no ranking da mortalidade infantil em crianças com até 5 anos de idade não significa uma piora da taxa de mortalidade infantil no país.

De acordo com o relatório Situação Mundial da Infância 2009, o Brasil está na 107º posição em uma lista com 194 paises. A colocação equivale a uma taxa de 22 mortes para cada mil nascidos vivos. No ano passado, o país ocupou a 113º posição, com taxa de 20 mortes para cada mil vivos.

A coordenadora do Programa de Sobrevivência e Desenvolvimento Infantil da Unicef, Cristina Albuquerque, disse que as edições do documento utilizam metodologias diferentes, embora o esforço seja de padronização.

“Não se compara esses relatórios e este aviso está no relatório. Todos os anos eles são reajustados, atualizados e a série histórica muda. Têm diferenças de um ano para o outro que não significam, necessariamente, melhora ou piora”, afirmou.

Apesar das críticas do ministro da Saúde, José Gomes Temporão, a coordenadora disse que o Brasil é um dos paises que mais reduziu a taxa de mortalidade entre 1990 e 2007. A queda foi de 62%, considerando que em 1990, a taxa era de 58 mortes para mil nascidos vivos.

“A 107º ou 113º posição no ranking não importa. O Brasil é um dos países com a maior diminuição da taxa e vai atingir a meta do milênio”, acrescentou Cristina Albuquerque. 

A redução da mortalidade infantil é um dos oito objetivos pactuados por 191 nações em uma reunião  promovida pela Organização das Nações Unidas (ONU), em 2000.



 


Agência Brasil - Queda no ranking não significa piora na mortalidade infantil no Brasil, diz Unicef - Direito Público

 



 

 

 

 

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