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sexta-feira, 3 de julho de 2009

Agência Brasil - Novo programa da Polícia Federal aproxima retrato falado de fotografia - Direito Público

 
30 de Junho de 2009 - 12h50 - Última modificação em 30 de Junho de 2009 - 12h50


Novo programa da Polícia Federal aproxima retrato falado de fotografia

Da Agência Brasil


 
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Antonio Cruz/ABr
Brasília - A Polícia Federal lança sistema de identificação por retrato falado totalmente digital. O Projeto Horus consiste em um banco de imagens de alta definição que permite uso de técnicas como inserção de marcas corporais e simulação de disfarcesBrasília - A Polícia Federal lança sistema de identificação por retrato falado totalmente digital. O Projeto Horus consiste em um banco de imagens de alta definição que permite uso de técnicas como inserção de marcas corporais e simulação de disfarces
Brasília - A Polícia Federal (PF) lançou hoje (30) o software Horus, programa que permite o desenvolvimento de retrato falado a partir de um banco de imagens digitais, coloridas e em alta resolução. O resultado é semelhante a uma fotografia. “O que a Polícia Federal fez foi aprimorar essa técnica dando maior nitidez e qualidade à imagem do retrato falado”, afirmou o diretor-geral da PF, Luiz Fernando Corrêa, ao lançar o programa.

Segundo o papiloscopista policial federal Antonio Vantuir, a ideia é aproximar ao máximo a descrição feita pela testemunha das reais características do criminoso, para reduzir o número de suspeitos investigados. O software começou a ser desenvolvido em 2005 por três papiloscopistas da PF e um servidor administrativo do Instituto Nacional de Identificação (INI).

Além da investigação de criminosos, o retrato falado é usado na procura por pessoas desaparecidas. Em caso de crianças, imagens dos pais e de parentes também serão usadas na criação da imagem. O banco de dados utilizado no programa Horus reúne 4 mil imagens desenhadas com características da população brasileira. Os recursos de tonalização de pele, inserção de cicatrizes, marcas e rugas, projeção de envelhecimento e simulação de disfarces também foram aperfeiçoados.

O novo sistema será disponibilizado, por meio de cooperação técnica, para as polícias civis estaduais interessadas. Inicialmente, 100 papiloscopistas policiais federais receberão treinamento para usar a nova ferramenta.


Edição: Juliana Andrade  


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