3 de Julho de 2009 - 10h45 - Última modificação em 3 de Julho de 2009 - 12h29
OEA diz que não vai a Honduras negociar, mas fazer pressão pela volta de Zelaya ao poder
Da Agência Brasil
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Brasília - O secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), José Miguel Insulza, viaja hoje (3) a Honduras para se reunir com membros do governo do presidente interino Roberto Micheletti, que tomou o poder após um golpe de Estado no último domingo (28). As informações são da BBC Brasil.
A decisão de Insulza faz parte da resolução adotada pelo organismo nesta semana e que determina que sejam feitas “gestões diplomáticas para restaurar a democracia e o Estado de Direito” em Honduras e para restituir o cargo ao presidente deposto José Manuel Zelaya.
Insulza afirmou que não vai a Honduras para “negociar” mas “para pedir que mudem o que estão fazendo”. Ele admitiu, entretanto, não estar otimista com a possibilidade de uma volta rápida de Zelaya à presidência do país. “Farei o que puder, mas acredito que será muito difícil mudar as coisas em alguns dias”.
Na última quarta-feira (1º), a OEA fixou um prazo de 72 horas para que Zelaya seja reconduzido ao poder em Honduras. Caso isto não ocorra, a organização ameaçou expulsar o país do bloco.
Apesar da pressão internacional, Micheletti tem insistido que não irá ceder, mas disse que “pede a Deus” que Honduras não fique “isolada” do resto do mundo.
Edição: Tereza Barbosa![]()
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